
Sin City: A Cidade do Pecado (metalinguagem contida no próprio nome)
Duas coisas que me impressionaram, quanto à estrutura narrativa do filme, são: a narração em 1ª pessoa dos personagens-cerne de cada história; e o painel resultante do conjunto das histórias, com personagens-chave que as ligam/entrelaçam, relativamente fragmentadas e que não obedecem a uma linearidade cronológica, me remetendo por vezes a Tarantino (embora este seja mais subversivo no que concerne aos supracitados aspectos).